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Jovem de 18 anos desenvolveu solução composta com resíduos de giz capaz de corrigir a acidez do solo

Por Danilo Moreira

Enquanto alguns defendem medidas radicais generalizadas para reduzir a criminalidade, outros utilizam a Educação para resgatar jovens e estimular o potencial criativo deles. O aluno Jonathan Felipe da Silva Santos, de 18 anos, ganhou o prêmio da Feira de Ciências da Secretaria de Educação de São Paulo (FECEESP) na categoria “Revelação”. Ex-interno da Fundação Casa de Araçatuba (SP), o jovem ganhou o reconhecimento por desenvolver um projeto que equilibra a acidez do solo utilizando sobras de giz escolar.

Festa é uma junção de diversas celebrações culturais antigas que foram absorvidas e modificadas pelo catolicismo

Por Danilo Moreira

Quando chega o mês de junho o Brasil se enche de arraiais, fogueiras, músicas, danças, bebidas quentes e quitutes deliciosos. São as famosas festas juninas que encantam e levam milhões de pessoas as diversos locais de encontro e diversão pelo país. Hoje o Gênio vai contar um pouco mais sobre as origens e curiosidades desta festividade.

Assim como outros eventos tradicionais e conhecidos dos nossos dias, as comemorações juninas também têm origem em celebrações relacionadas com as estações do ano, colheitas e homenagens a deuses. Na Antiguidade, civilizações como celtas, egípcios e gregos festejavam o início da colheita durante o verão (que no Hemisfério Norte acontece entre junho e agosto). Na mitologia romana, uma das deusas homenageadas era Juno, esposa de Júpiter, e por este motivo estas festas eram chamadas de “junônias”. Em 58 a.C., quando o imperador romano César conquistou a Gália (atual França), os bárbaros já comemoravam o solstício na região (momento em que o sol se afasta mais da Linha do Equador e incide com mais intensidade sobre um território – o que marca o verão) no dia 22 ou 23 de junho. A fogueira, tradicional nos arraiais, vem dessa época, já que os moradores do campo acreditavam que o fogo espantava os demônios da esterilidade, as estiagens e as pragas da lavoura.

Iniciativa torna o processo de aprendizagem do Braille mais lúdico e promove maior interação entre alunos e a comunidade

Por Danilo Moreira

As atividades lúdicas são capazes de proporcionar experiências incríveis ao desenvolvimento e integração entre crianças. Prova disso é o projeto experimental Braille Bricks, que transforma peças do tipo LEGO em uma ferramenta poderosa na alfabetização e inclusão de alunos com deficiência visual. A iniciativa foi criada e desenvolvida durante um ano pela dupla Ulisses Razaboni e Leandro Pinheiro sob a liderança do vice-presidente da agência Lew’Lara\TBWA, Felipe Luchi, em parceria com a Fundação Dorina Nowill para Cegos.

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